Pecuaristas amargam novas baixas da arroba na abertura da semana

Era esperado uma atuação mais intensa dos frigoríficos na aquisição do boi gordo, o que acabou não acontecendo

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Angus Rio da Paz / Foto: Gabriel Oliveira / TV El Campo

O que poderia ser o melhor período do mês para os negócios com carne bovina considerando a movimentação mais intensa causada pelas celebrações familiares de Páscoa e necessidade de reposição e um consumidor capitalizado financeiramente, começou de maneira negativa nos negócios realizados junto aos pecuaristas

Era esperado uma atuação mais intensa dos frigoríficos na aquisição do boi gordo que proporcionasse aos pecuaristas a oportunidade de disputar melhores condições de comercialização, o que acabou não acontecendo. Com isso, os negócios que foram efetivados na abertura da semana apresentaram retração.

O resultado da nova baixa – 1ª da semana, 3ª do mês – foi um preço médio que apresentou queda de 3,7% em relação a abertura do mês, 1% de incremento sobre o recebido no mesmo período do mês anterior e queda expressiva de 17,7% em comparação com o mesmo dia do ano passado. Preços de ontem, terça-feira (11)

Nessa terça-feira, no mercado físico do boi gordo, todas as praças monitoradas mantiveram os preços laterais, em São Paulo, o boi comum continua valendo R$ 270,00/@, e o “boi China', R$ 290,00/@, co escalas na média de doze dias úteis. Na B3, o contrato vigente fechou o dia em R$ 283,80/@, registrando uma queda de 0,60%.

No atacado paulista, após registrar um bom fluxo de distribuições no final de semana, o cenário parece dar sinais de mudança ao longo da semana. Ontem, a ponta consumidora afrouxou resultando em um baixo escoamento, o qual até o momento não acarretou em queda nos preços porém, os distribuidores se encontram abastecidos até a próxima sexta-feira, dia 14/04, e poderão pressionar preços no final dessa semana.



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