Tereza questiona vantagem tucana nas coligações: ‘tem que combinar com o eleitor’

INVESTIGAMS


A senadora Tereza Cristina (PP), principal incentivadora da campanha de Adriane Lopes (PP) para a reeleição em Campo Grande, já virou a página após a briga pelo apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e, consequentemente do Partido Liberal (PL).

Tereza já havia recebido sinal positivo de Bolsonaro para aliança, mas foi surpreendida pela investida de Reinaldo Azambuja (PSDB) e Eduardo Riedel (PSDB), que conseguiram fazer Bolsonaro mudar de ideia, com promessas de aliança agora e no ano de 2026.

Com PL e outros cinco partidos, o PSDB já acumula a maioria dos partidos com tempo na propaganda política, mas a senadora Tereza Cristina não acredita que essa demonstração de força da coligação seja definitiva para o resultado final.

“Alguém combinou com eleitor? Claro que levaram vantagem na combinação partidária, mas está posta a candidatura. Na política, tem que combinar com eleitor. Agora é campanha, chega de mimimi', declarou Tereza.

Na avaliação da senadora, a prefeita tem condições de vencer a eleição pelos resultados que conquistou após assumir a gestão. “Adriane é guerreira.  Pegou uma prefeitura complicadíssima, esfacelada. Merece essa chance de mostrar um trabalho que comece e termine em quatro anos', concluiu.

Adriane foi candidata a vice de Marquinhos Trad (PSD) nas eleições de 2016 e 2020. Ela assumiu a gestão em abril de 2022, quando Marquinhos renunciou ao mandato para concorrer ao Governo do Estado. Se vencer, ela chegará a 12 anos no Paço,  sendo cinco anos e quatro meses como vice e seis anos e oito meses como prefeita da Capital.



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