Falta de chuvas reduz produção de soja no Brasil em 5,6%

StoneX Brasil cortou sua estimativa de produção de soja para o Brasil no ciclo 2023/24 para 152,8 milhões de toneladas.

CVNEWS/REDAçãO


Foto: Divulgação

A StoneX Brasil cortou sua estimativa de produção de soja para o Brasil no ciclo 2023/24 para 152,8 milhões de toneladas, em sua revisão de janeiro, queda de 5,6% frente ao divulgado no começo de dezembro. Se confirmado, esse volume não vai se configurar um recorde, ficando abaixo da safra passada.

A falta de chuvas em grande parte da região produtora brasileira nos últimos meses tem afetado o potencial produtivo das lavouras. Em dezembro, ainda se registrou irregularidade de precipitações, principalmente na primeira quinzena do mês, em várias regiões. Com isso, as perdas esperadas acabaram sendo potencializadas.

É importante lembrar que o clima nos próximos meses ainda vai continuar sendo importante, uma vez que alguns estados plantam mais tarde e houve atrasos na semeadura. De qualquer forma, o real tamanho da safra só será conhecido com o avanço da colheita.

A falta de chuvas em grande parte da região produtora brasileira nos últimos meses tem afetado o potencial produtivo das lavouras. Em dezembro, ainda se registrou irregularidade de precipitações, principalmente na primeira quinzena do mês, em várias regiões. Com isso, as perdas esperadas acabaram sendo potencializadas.

É importante lembrar que o clima nos próximos meses ainda vai continuar sendo importante, uma vez que alguns estados plantam mais tarde e houve atrasos na semeadura. De qualquer forma, o real tamanho da safra só será conhecido com o avanço da colheita. Oferta e demanda

Com a queda expressiva da produção esperada de soja 2023/24 reduzindo a disponibilidade da oleaginosa, as exportações também devem ficar menores no próximo ano, com a StoneX reduzindo sua estimativa para 95 milhões de toneladas.

Quanto ao consumo interno, não houve mudanças, mantendo-se as 57,5 milhões de toneladas, com o esmagamento representando 54,5 milhões.

Mesmo com o aumento da mistura de biodiesel para 14% em 2024, a estimativa de consumo doméstico já indicava um crescimento anual importante e há volumes expressivos de exportação de óleo que devem ser direcionados ao mercado interno. Caso necessário, esse número será ajustado no futuro. Fonte: Conab e StoneX

Fonte: Assessoria StoneX Brasil



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